Um ataque cibernético sem precedentes abalou o mundo das criptomoedas nesta semana, com hackers levando aproximadamente US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora do setor. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou sobre o incidente, sugerindo que a Coreia do Norte poderia estar envolvida na ação. “Estamos investigando”, declarou Trump a jornalistas na Casa Branca, quando indagado sobre a possível ligação de hackers norte-coreanos com o roubo.
A operação criminosa, que durou apenas 20 minutos, já é considerada o maior ataque hacker da história do mercado de criptomoedas. Embora relatórios da Reuters indiquem que a Binance está colaborando com o FBI e o Serviço Secreto dos EUA, a corretora ainda não confirmou a identidade dos responsáveis pelo crime.
Especializadas em rastreamento de transações de criptomoedas, as empresas TRM Labs e Chainalysis apontam para a possibilidade de que os hackers sejam ligados à Coreia do Norte. A Binance, por sua vez, tranquilizou seus clientes brasileiros, afirmando que os ativos estão seguros em carteiras frias, que são menos suscetíveis a ataques. No entanto, em uma medida de precaução, a corretora suspendeu temporariamente os saques de criptomoedas.
Além disso, a Binance reafirmou seu compromisso com a conformidade regulatória no Brasil, garantindo que os recursos dos usuários estão separados dos da própria corretora, conforme exigência do Banco Central. Contudo, essa separação não elimina os riscos associados a ataques cibernéticos, nem assegura que eventuais perdas sejam ressarcidas.




